Neste boletim falamos sobre os cintos de segurança usados em atividades em altura, por exemplo.

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Olá, seja bem-vindo a esta edição do nosso boletim semanal.

Vamos conhecer um pouco sobre cintos e talabartes. Todo o trabalho realizado acima de dois metros de altura requer cuidados, isso levando em consideração a base em que o trabalhador está localizado, ou quando existir um risco potencial de lesão abaixo desta altura, como por exemplo um poço de entrada em um silo. O cinto e talabartes são utilizados para manter o trabalhador preso durante as atividades em altura, sendo fixado em um determinado ponto chamado ancoragem, que vai dar sustentação necessária para a execução das atividades. É importante entender que o trabalho em altura tem uma regulamentação própria e por isso foi criada uma NR especifica, a NR-35, para trabalho em altura. Lá encontramos mais especificações de todos os riscos e medidas de controle necessárias para a segurança. Mas como estamos falando da NR-06, o intuito é explicar sobre os EPIs, pois os cintos também estão regulamentados por lá, mas veja bem, se você vai usar este tipo de EPI, com certeza terá de ter um treinamento específico previsto na NR-35.  É importante informar que o cinto de segurança, também é conhecido por cinto paraquedista, existindo no mercado uma variedade de cintos, com conexões para adaptação de outros equipamentos, como trava quedas e talabartes.

O Trava-Quedas não é considerado um EPI, já foi o tempo que ele tinha CA, hoje o INMETRO se encarrega sobre estas questões, é um dispositivo mecânico de travamento que deve fazer a ligação entre o cinto de segurança e o ponto de ancoragem que servirá para reter a queda do trabalhador, ele tem como objetivo travar a queda. Você vai se deparar com alguns modelos de trava-queda, como os: trava quedas deslizantes, que é acoplado à uma linha de vida horizontal, muito utilizado para atividades como escadas, acesso a fossos de silos, trabalho em fachadas, uso de cadeiras suspensa etc. Outro modelo é trava-queda retrátil, muito utilizado para trabalho com movimentação vertical ou horizontal, em atividades com auxílio de troles para carga e descarga de caminhão.

 Assim como o trava queda, encontramos os talabartes, que servem para  permitir  o deslocamento do trabalhador de forma segura de um lado para o outro durante a realização de suas tarefas, como por exemplo a locomoção em um andaime que possua linha de vida, em trabalho em telhados com linhas de vida, ou até mesmo subindo e descendo escadas de marinheiro. É composto de fibras sintéticas, fitas ou cordas e ganchos em aço. Podemos encontrar no mercado vários tipos de talabarte como por exemplo o:

Talabarte Simples

Talabarte Duplo mais conhecido como Talabarte em y

Talabarte de Posicionamento

É muito importante que você saiba que o talabarte também não possui o CA, mas este tem uma particularidade pouco observada pelos trabalhadores. Não se pode utilizar o talabarte com cinto de segurança de outra marca, vejamos o que diz a NR 06:

Iten 6.1.1, entende-se como equipamento conjugado de proteção individual todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer, simultaneamente, e que seja suscetível de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Sendo assim, tome cuidado, os fabricantes sempre especificam em quais talabartes podem ser utilizados determinados cintos de segurança.

Hoje no mercado você vai encontrar um modelo de Cinto de Segurança para cada atividade, possuindo vários pontos de conexão, tais como:

Cinto Paraquedista com 1 ponto de conexão/abdominal:

Cinto para Espaço Confinado com alças nos ombros/abdominal:

Cinto com ponto de conexão lateral/abdominal:

Cinto para acesso por cordas, resgate e alpinismo industrial/abdominal:

Cinto para trabalho a quente/abdominal:

Cinturão tipo paraquedista/abdominal dielétrico:.

Mais uma vez especificamos que é necessário seguir a orientação do técnico de segurança da sua empresa para saber quais treinamentos e EPIs são necessários para suas atividades.

Para continuar acompanhando mais sobre segurança e saúde no trabalho, acesso nosso blog em estudyou.com. Nos encontramos no próximo boletim.

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